Confessar-se, eis o motivo de grande alegria!
Confessar-se, eis o motivo de grande alegria!
Quando pecamos, agimos como inimigos de Jesus. Fugimos d´Ele e de nós mesmos; em pecado, ninguém pode se encontrar - perdeu-se o equilíbrio. O remédio está em recomeçar a vida pelo sacramento da confissão - este é o grande motivo de alegria.
Ninguém é feliz no pecado, e já escrevi isso, porém, nenhum pecado tem a última palavra quando Deus é o Senhor, e de fato Ele é. Quem de nós, depois de pecar, ficou amargurado, inseguro e esvaziado da graça? É quando o medo toma conta do coração - e não há motivo para se alegrar. É o inferno antecipado. Sim, quando erramos, perdemos o Céu e merecemos o inferno eterno, por isso devemos nos arrepender enquanto nos há a vida atual. Veja, que em nada disso Deus tem culpa, já é observável que quem nos condena somos nós mesmos. Se é possível antecipar o Céu por uma vida santa, também é possível antecipar o inferno por uma vida pecaminosa. Como prisioneiros das paixões, a alegria não permanece em nós, mas, apenas o ódio e a malícia.
Entretanto, Nosso Senhor, já sondando nossos corações e nos entendendo, deixou-nos um verdadeiro antídoto contra nossa perversidade: o sacramento da reconciliação. O Catecismo da Igreja Católica, quando descreve tal sacramento, afirmar ser "sacramento de cura". Realmente, nada melhor depois de uma confissão bem feita. Entramos no confessionário dignos de condenação, e saímos absolvidos de todo mal.
Quando o sacerdote estende a mão para nos absolver, é o sangue de Cristo que está a nos lavar.
Os santos compreendem bem essa verdade sacramental e por isso confessam-se uma vez por semana ou uma vez por mês. Sim, meus irmãos, devemos subir aos mais altos graus de santidade, e para isso só nos libertando dos mais pequenos erros e amando cada vez mais. Confessar-se apenas no advento (natal) ou na Páscoa é muito pouco e arriscado. Louvável é uma vez ao mês no mínimo.
Deus quer nos perdoar e nos acolhe de braços abertos.
A verdadeira alegria está naqueles que creem em Jesus e decidem-se por Ele a romper com TODO pecado para serem verdadeiramente alegres. Tal alegria se dá nas coisas mais pequenas, porém, mais sublimes: como um casal de namorados que moram juntos e não são casados, vivem no pecado, mas, depois do encontro com Cristo decidem romper com o mal e se casarem para recuperarem o Céu e serem santos; ou, em uma união homossexual, na qual decidem-se viver a castidade e viverem como amigos em Cristo, pedindo a Nossa Senhora a santa pureza; e ainda, um casal de outra união, que vivendo em adultério, tomam consciência e decidem-se romper com o pecado e cada um viver a castidade ou retornar ao matrimônio que Deus sonhou anteriormente a eles. E o maior presente é ter a alegria de poder comungar Jesus eucarístico e ansiar a Eternidade para qual fomos criados! Só Deus vale a pena. Não fomos feitos para pecar, mas para se alegrar porque somos filhos do Altíssimo. Confesse-se também.
O perdão é a alegria libertadora.
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